Por IDG Now
A companhia de segurança Barracuda Networks divulgou na última quinta-feira (2/02) um estudo em que analisa a diferença entre os perfis legítimos do Facebook e os falsos. Estes, em geral, são utilizados para espalhar spam e códigos maliciosos, aproveitando-se da popularidade da rede social e da ingenuidade de alguns internautas.
A empresa de Zuckerberg tem lutado para manter golpes e publicidade ilegal distantes de sua plataforma. Recentemente, fechou acordos de proteção com empresas especializadas e processou pessoas que não respeitaram o código de conduta do site, infestando-o com atualizações censuráveis.
Já que nem sempre as medidas do Facebook são suficientes, o melhor a fazer é conhecer o seu inimigo. A seguir, veja algumas conclusões da pesquisa, e evite aceitar as solicitações de amizade de contas que possuírem estas características.
Quase 60% dos perfis falsos se dizem bissexuais.
Em média, possuem seis vezes mais amigos que os perfis legítimos: 726 ante 130.
Utilizam muito mais o recurso de marcar pessoas em foto: 136 tags para cada quatro imagens, ante a média de uma tag para cada quatro.
Quase todas as contas fakes são, supostamente, de mulheres: 97%, enquanto que, no Facebook como um todo, apenas 40% dos usuários são mulheres.
“Aplicativos e recursos como o curtir e o mural ajudaram o Facebook a exercer seu domínio sobre o mercado de redes sociais, e agora os cibercriminosos estão os utilizando para aumentar a eficiência de seus ataques”, afirmou Paul Judge, pesquisador-chefe da Barracuda Networks. “Os perfis e programas falsos dão a eles uma larga margem para apresentar links maliciosos a internautas indefesos”.
Para a pesquisa, foram analisadas aleatoriamente 2884 contas, a partir da ferramenta Profile Protector, que ajuda a identificar e bloquear atividades potencialmente perigosas no Facebook e no Twitter.
A companhia de segurança Barracuda Networks divulgou na última quinta-feira (2/02) um estudo em que analisa a diferença entre os perfis legítimos do Facebook e os falsos. Estes, em geral, são utilizados para espalhar spam e códigos maliciosos, aproveitando-se da popularidade da rede social e da ingenuidade de alguns internautas.
A empresa de Zuckerberg tem lutado para manter golpes e publicidade ilegal distantes de sua plataforma. Recentemente, fechou acordos de proteção com empresas especializadas e processou pessoas que não respeitaram o código de conduta do site, infestando-o com atualizações censuráveis.
Já que nem sempre as medidas do Facebook são suficientes, o melhor a fazer é conhecer o seu inimigo. A seguir, veja algumas conclusões da pesquisa, e evite aceitar as solicitações de amizade de contas que possuírem estas características.
Quase 60% dos perfis falsos se dizem bissexuais.
Em média, possuem seis vezes mais amigos que os perfis legítimos: 726 ante 130.
Utilizam muito mais o recurso de marcar pessoas em foto: 136 tags para cada quatro imagens, ante a média de uma tag para cada quatro.
Quase todas as contas fakes são, supostamente, de mulheres: 97%, enquanto que, no Facebook como um todo, apenas 40% dos usuários são mulheres.
“Aplicativos e recursos como o curtir e o mural ajudaram o Facebook a exercer seu domínio sobre o mercado de redes sociais, e agora os cibercriminosos estão os utilizando para aumentar a eficiência de seus ataques”, afirmou Paul Judge, pesquisador-chefe da Barracuda Networks. “Os perfis e programas falsos dão a eles uma larga margem para apresentar links maliciosos a internautas indefesos”.
Para a pesquisa, foram analisadas aleatoriamente 2884 contas, a partir da ferramenta Profile Protector, que ajuda a identificar e bloquear atividades potencialmente perigosas no Facebook e no Twitter.

